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4ª Edição

Os Prémios FORMA distinguem o melhor da arquitetura construída em Portugal, reconhecendo obras que se destacam pela sua qualidade, inovação e capacidade de qualificar o território e a vida das pessoas. Dirigido a arquitetos e equipas que tenham contribuído para a produção arquitetónica recente no país, o prémio afirma-se como um momento de reconhecimento e valorização da prática arquitetónica contemporânea.

Podem candidatar-se obras concluídas entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2025, em território nacional, nas seis categorias definidas no regulamento.

  • Regulamento dos Prémios FORMA 2025

    1.APRESENTAÇÃO E OBJETIVO

    1. Os Prémios FORMA – Prémios Nacionais de Arquitetura em Portugal, adiante designado como Prémios FORMA, é uma iniciativa da IF e tem como objetivo distinguir e promover o trabalho dos(as) arquitetos(as) que contribuam para a criação e inovação na construção; para a qualidade na arquitetura e a valorização da paisagem, e consequentemente, para a qualidade de vida dos cidadãos.

    2. Este prémio destina-se a premiar obras de nova construção realizadas em todo o território de Portugal que se distingam pela sua qualidade e singularidade.

    3. Os Prémios FORMA, são atribuídos em 6 categorias diferentes, sendo que uma delas é destinada a jovens arquitetos(as) até 40 anos.

    4. As obras premiadas devem ser exemplos da qualidade arquitectónica, de uma boa integração na sua envolvente e na paisagem, de respeito pelos valores identitários existentes, atendendo também à sustentabilidade da construção, à eficiência energética e às questões relacionadas com o ambiente.

    5. A atribuição dos Prémios é feita por um Júri nos termos que constam do presente regulamento.

    6. O prémio para cada categoria é constituído por:

    - Troféu FORMA;

    - Uma placa identificativa do prémio a colocar no edifício premiado;

    7. O prémio tem carácter anual.

    8. A organização atribuirá em cada edição, 3 menções especiais:

     

    · Menção especial Ensino e Investigação;

    · Menção especial Inovação;

    · Menção especial Carreira.

    2. CONCORRENTES

    Podem participar nos Prémios FORMA obras e conjuntos arquitetónicos que, em simultâneo:

    1. Tenham sido concluídos entre 01 de janeiro de 2025 e 31 de dezembro de 2025 em todo o território de Portugal.

    2. Sejam da autoria de arquitectos que estejam inscritos como membros efetivos da Ordem dos Arquitectos ou organismos equivalentes no país de origem. No caso da categoria C4 - Espaço Público, podem também participar, em autoria ou coautoria, arquitectos paisagistas inscritos na APAP ou organismos equivalentes no país de origem.

    3. O(s) seus(s) autor(es) tenham idade inferior a 40 (quarenta) anos, inclusive, até ao dia de 31 de dezembro de 2025, apenas para a Categoria Jovens emergentes.

    4. Podem ser candidatos o(s) autor(es) ou o Dono de Obra, e desde que não apresentem a mesma obra em simultâneo.

    3. JÚRI

    O Júri dos Prémios FORMA é constituído por arquitectos designados pela organização com trabalho e experiência reconhecidos.

    1. O Júri será composto por 5 (cinco) arquitectos e 1 (um) arquitecto paisagista;

    2. Todas as deliberações serão tomadas em reunião de jurados conforme ponto 8 do presente regulamento;

    3. Da decisão do Júri não haverá recurso;

    4. A aceitação de formar parte do júri comporta, por parte dos seus membros, a renúncia à apresentação de obra própria ou de obras com as quais tenham tido uma relação direta.

    4. IMPEDIMENTOS

    Não podem ser candidatas aos Prémios FORMA: 

    1. As obras em que tenham participado, em qualquer das fases da sua elaboração, arquitectos que façam parte do Júri ou tenham com eles relações de parentesco até ao segundo grau das linhas direta ou colateral e ainda arquitectos associados ou colaboradores permanentes dos membros do Júri.

    2. As obras em cujos projetos tenham sido autores ou coautores elementos do júri, ou no caso do Dono de Obra em que seja patrocinador.

    3.  As obras apresentadas só podem ser candidatas a uma categoria.

    5. EXCLUSÃO

    A organização validará as candidaturas devidamente instruídas de acordo com presente regulamento. São causas de exclusão da candidatura:

    1. A submissão da candidatura fora do prazo estipulado em calendário;

    2. O não cumprimento das condições de participação descritas no presente regulamento.

    3. O júri reserva-se no direito de poder excluir propostas por não cumprirem os critérios de qualidade.

    6. CANDIDATURA DAS OBRAS

    A participação nos Prémios FORMA é gratuita e pode ser consultado em www.if-forma.pt

    O processo de candidatura das obras deve ser submetido no portal através de uma ficha de candidatura em www.if-forma.pt

    Os trabalhos deverão ser apresentados em formato digital com os seguintes elementos:

    1. Dois (2) painéis, formato DIN A1 (594 mm x 841 mm) com orientação vertical contendo elementos gráficos e escritos suficientes para a caraterização e definição da obra - plantas, cortes, alçados, elementos construtivos, perspetivas, axonometrias, diagramas, fotografias, etc. Formato JPG, JPEG ou PDF, máx. 20 Mb e 300 dpi;

    2. Oito (8) imagens, no máximo, dos vários espaços da obra ao critério do candidato, exterior e interior, fotografias, perspetivas, axonometrias. Formato JPG ou JPEG máx. 5 Mb e 300 dpi e com identificação do autor da fotografia no nome do ficheiro;

    3. Memória Descritiva do Projeto. Formato DOC ou PDF. 3.000 caracteres máx., incluindo espaços;

    4. Na Categoria Reabilitação Arquitectónica deve incluir os desenhos de sobreposição com a intervenção proposta e o existente;

    5. Na Categoria Jovens emergentes se a opção for uma obra em estruturas existentes deve incluir as técnicas ou materiais utilizados e desenhos de sobreposição com a intervenção proposta e o existente;

    6. Prova documental da data de finalização da obra.

    7. CALENDÁRIO

    Abertura de candidaturas ao Prémio – 15 abril 2026

    Resposta a pedidos de esclarecimentos – durante o período de candidatura

    Apresentação de candidaturas na plataforma – a partir do dia 15 abril até às 23:59h do dia 31 de maio de 2026

    Período de avaliação das candidaturas – 01 junho a 30 de junho de 2026

    Reunião de júri

    19 de junho 2026 - Roca Lisboa Gallery

    Divulgação dos finalistas – 02 de julho de 2026

    Inauguração da exposição dos finalistas – 24 setembro 2026

    Anúncio dos resultados e cerimónia de entrega dos prémios – 27 de setembro de 2026 

    8. SELECÇÃO E AVALIAÇÃO DAS OBRAS

    O júri deverá escolher na reunião de jurados um elemento para presidir os trabalhos e um secretário.

    O júri seleciona as obras que mais se distinguem de acordo com os parâmetros de avaliação.

    O júri poderá propor mudar a categoria a que uma obra se candidata no caso de esta não se adequar à categoria a que se candidata. 

    1. Cada elemento do Júri pontua 10 propostas por categoria que serão a sua seleção.

    2. A pontuação tem uma escala de 1 a 10 sendo que 10 pontos correspondem à maior pontuação e 1 ponto à menor.

    3. A pontuação é sequencial não havendo lugar a repetição de pontos.

    4. O critério de seleção em caso de empates seguirá a seguinte ordem:

    1º - Proposta que reuniu o maior número votação de jurados;

    ex: A: 3+4+7=14; B: 4+10=14 – ganha A

    2º - Proposta com a pontuação individual mais alta (1-10);

    ex: A: 4+6=10; B: 2+8=10 – ganha B 

    3º - Proposta com conjunto de votos individuais mais altos;

    ex: A: 4+7+1=12; B: 3+2+7=12 – ganha A

    4º - Nova votação por maioria de voto apenas para as propostas empatadas.

    5. Do cruzamento das pontuações individuais de cada jurado sairá a seleção de 5 finalistas.

    6. Do conjunto das cinco obras finalistas é escolhida, por votação, a obra premiada.

    7. As reuniões do Júri são restritas aos elementos que o compõem, devendo as mesmas serem lavradas em atas.

    8. No caso de empate em alguma votação, o Presidente do Júri (escolhido previamente pelo conjunto) tem voto de qualidade.

    9. Receberá o Prémio a obra cuja pontuação tenha tido o valor mais alto na soma de todos os parâmetros.

    9. CATEGORIAS E PRÉMIOS

    Os Prémios FORMA são atribuídos a 6 categorias:

    C1 - Habitação Unifamiliar (Pública e/ou Privada)

    C2 - Habitação Coletiva (Pública e/ou Privada)

    C3 - Equipamento Coletivo (Público e/ou Privado)

    C4 - Espaço Público

    C5 - Reabilitação Arquitetónica

    C6 - Jovens Emergentes

    Todas as categorias referem-se a obra de nova construção, exceto na Categoria Jovens Emergentes e Reabilitação Arquitetónica onde serão admitidas obras de nova construção e de renovação, remodelação ou reabilitação.

    Os Prémios FORMA têm uma compensação pecuniária no valor de 500,00€ (quinhentos euros) para os vencedores de cada uma das 6 categorias.

    10. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

    1. Categorias Habitação Unifamiliar, Habitação Coletiva, Equipamento Coletivo, Espaço Público

    São consideradas as obras de nova construção aquelas onde o local de intervenção não tenha qualquer pré-existência ou que os elementos existentes ocupem uma área insignificante para o resto da obra, e que sejam de promoção pública e/ou privada construídas em todo o território nacional.

    Serão observados os seguintes parâmetros de avaliação:

    ·Qualidade estética e coerência global da obra;

    ·Qualidade funcional;

    ·Integração e articulação da proposta com a envolvente;

    ·Qualidade construtiva e sustentabilidade e eficiência energética.

    2. Categoria Jovens Emergentes e Reabilitação Arquitetónica

    São consideradas as obras em que as pré-existências sejam relevantes e integradoras das adaptações a novos programas ou condições de habitabilidade, ou obras em que haja ampliações e a importância destas não se sobreponha ao edifício existente, de promoção pública e/ou privada construídas em todo o território nacional. Não serão consideradas obras que apenas tenham sido objeto de restauro.

    ·Serão observados os seguintes parâmetros de avaliação:

    ·Qualidade estética e coerência global da obra;

    ·Qualidade funcional;

    ·Integração e articulação da proposta com a envolvente;

    ·Qualidade construtiva;·Relação entre as pré-existências e a remodelação ou/e ampliação.

    11. DECISÃO E ENTREGA DE PRÉMIO

    1. O Júri selecionará 1 (uma) obra de arquitetura vencedora para cada categoria e distinguirá os/as autores/as desses projetos;

    2. O júri reserva-se no direito de atribuir menções especiais;

    3. Será entregue a cada um dos premiados:

    - Troféu FORMA;

    - Uma placa identificativa do prémio a colocar no edifício premiado;

    4. A Organização compromete-se a realizar uma exposição sobre as obras finalistas e premiadas e tem a intenção de publicar o respetivo catálogo monográfico.

    12. RESPONSABILIDADES

    É da inteira e única responsabilidade da Organização:

    - A escolha dos locais e critérios de organização da exposição e de execução do catálogo;

    - Critérios e operações de divulgação do Prémio, exposição e catálogo.

    A Organização não aceita quaisquer responsabilidades adicionais em relação às explicitamente assumidas neste regulamento, direta ou indiretamente decorrentes deste Prémio.

    Pelo ato de se apresentarem ao prémio os autores aceitam integralmente o conteúdo do presente regulamento. 

    A Organização não se responsabiliza por qualquer falha ou erro que possa ocorrer durante o processo de submissão de candidaturas.

    13. PROPRIEDADE E DIREITOS DE AUTOR

    Sem prejuízo dos direitos de propriedade intelectual e artística dos seus autores, todos os elementos entregues pelos candidatos serão propriedade material da Organização, reservando-se no direito de divulgar os elementos entregues pelos candidatos selecionados. 

    Esta divulgação será realizada com o objetivo de promover esta iniciativa e o trabalho dos candidatos.

    A Organização reserva ainda o direito de registar, através de fotografia e vídeo, a exposição e a cerimónia de entrega dos Prémios FORMA, sem prejuízo dos direitos de propriedade intelectual e artística dos seus autores.

    14. PROTEÇÃO DE DADOS

    No ato da sua inscrição o Candidato está a dar o seu consentimento para o tratamento dos seus dados pessoais. 

    Em qualquer altura é garantido aos Candidatos, na qualidade de titulares dos dados pessoais, o direito de acesso, retificação ou apagamento, de limitação do tratamento e de oposição ao tratamento dos seus dados pessoais por meio de uma comunicação, através do e-mail:

    premios.forma@if-ideasforward.pt

    Regulamento dos Prémios FORMA 2025

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    Ana Isabel Nascimento Santos

    Ana Isabel Nascimento Santos (Tavira, 1990) Arquitecta pelo Departamento de Arquitectura da Universidade de Évora. Colabora entre 2015 e 2020 com o atelier de arquitetura José Adrião Arquitectos e entre 2021 e 2023 com o Atelier RUA, ambos sediados em Lisboa. Desde 2018 co-fundadora MESA Atelier, com os arquitectos João Tavares, João Varela e Paulo Dias. MESA Atelier é consequência de um intenso trabalho de investigação e experimentação iniciado ainda em meio académico que progride para a participação em diversos concursos de arquitectura nacionais e internacionais, onde a abordagem a cada projecto se exprime no reconhecimento do território, nos seus valores e nos elementos que o caracterizam. Nos últimos anos, a prática tem sido distinguida com várias nomeações para prémios nacionais e internacionais, de que se destacam o Prémio FORMA, na categoria Jovens Emergentes, com o projecto Casa das Janelas Verdes, em Lisboa (2022); Prémio Concreta UNDER 40 (2024) e, mais recentemente, o Prémio de Arquitectura do Alentejo (2025), na categoria Edificação Nova, ambos com o projecto Casa Mortuária de Barrancos. Desde 2023 é técnica superior de arquitectura na Direção de Programas de Apoio à Habitação do IHRU – Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana, I. P. Desde 2025 leciona, como professora assistente convidada, a unidade curricular de Projecto I no Departamento de Arquitectura da Universidade de Évora.

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    João Luís Carrilha da Graça

    João Luís Carrilho da Graça, 1952, arquitecto desde 1977, vive e trabalha em Lisboa; Licenciado em arquitectura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, é autor de projectos em Portugal, Espanha, França, Chipre, Itália, Suíça, Bélgica, Alemanha, Austria e Estados Unidos da América; à sua obra foram atribuídos diversos prémios, entre os quais, Prémio Secil de Arquitectura (1994); Prémio Valmor (1998, 2008, 2010, 2017, menção em 1993, 2007, 2013); Prémio Fad Ibérico (1999); Prémio Bienal Internacional da Luz – Luzboa (2004); Prémio Piranesi - Prix de Rome (2010); Prémio Internacional de Arquitectura Aacra Frate-Sole (2012); Prémio Bienal Ibero Americana de Arquitectura e Urbanismo (2012); Prémio Bienal Internacional de Arquitectura de Buenos Aires (2018); Prémio Leon Battista Alberti do Politecnico di Milano, Mantova (2018); Prémio Arpafil, Guadalajara, México (2018), Prémio Nuno Teotónio Pereira (2022); Professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa entre 1977 e 1992 e, posteriormente, entre 2014 e 2019; Fundador e Coordenador do Curso de Arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa; Professor entre 2001 e 2010; Professor no Departamento de Arquitectura da Universidade de Évora entre 2005 e 2013; Diretor de 2005 a 2010; Fundador, na mesma instituição, do programa de Doutoramento em Arquitectura do qual foi Coordenador e Docente entre 2011 e 2013; Professor, entre outras instituições internacionais, na Universidade de Navarra entre 2005 e 2015; na Cornell University, New York, em 2015; na Haute École du Paysage, d’Ingénierie et d’Architecture de Genève, em 2019; Cátedra Unesco Leon Battista Alberti do Campus de Mantova do Politecnico di Milano de 2017 a 2019; na Accademia di Architettura da Università della Svizzera Italiana, em Mendrisio de 2019 a 2022; distinguido com vários prémios e graus honoríficos nomeadamente, o Prémio da Associação Internacional dos Críticos de Arte (1992); Grande-Oficial da Ordem de Mérito da República Portuguesa (1999); Prémio Pessoa (2008); Ordre des Arts et des Lettres - República Francesa (2010); Medalha da “Académie d’Architecture”, Paris (2012); International Fellowship do Royal Institute of British Architects (2015); Membro Honorário da Ordem dos Arquitectos (2015); GrãCruz da Ordem da Instrução Pública da República Portuguesa (2019); Academia das Ciências de Lisboa (2022); Doutor Honoris Causa pela Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa (2013); Doutor Honoris Causa pela Universidade de Évora (2023) .

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    João Paulo Rapagão

    João Paulo Rapagão nasce em Lisboa em 1963. Termina o programa de doutoramento Arquitectura Moderna y Restauración na Escola Técnica Superior de Arquitectura da Universidade de Valladolid em 1992. Desenvolve atualmente a dissertação para Doutoramento em Arquitectura. Licenciado em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa em 1988, é Professor Auxiliar Convidado da Faculdade de Arquitectura e Artes da Universidade Lusíada, desde 1997, e do Departamento Autónomo de Arquitectura da Universidade do Minho, de 2002 a 2008, e, de 2022 até à presente data. É bolseiro da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e da Fundação Calouste Gulbenkian. Preside ao Conselho Diretivo Regional do Norte da Associação dos Arquitectos Portugueses e da Ordem dos Arquitectos no triénio 1996|1998. Integra a Comissão Municipal de Defesa do Património da Câmara Municipal do Porto entre 1993 e 1998. Integra o Conselho de Administração da Fundação para o Desenvolvimento da Zona Histórica do Porto entre 2000 e 2002. Intervém como orador em diversos congressos e encontros, especialmente nos temas do Património e do Exercício da Profissão. Selecionado para exposições em Milano, Lisboa, Frankfurt, Dessau, Salamanca, Aveiro, Coimbra e Porto. Exerce arquitetura desde 1988, especialmente em estudos e projetos de monumentos nacionais e equipamentos coletivos. É autor de ensaios monográficos em Ricardo Vieira de Melo – Habitar (2004), Living in Porto - Floret Arquitectura (2020) e Edifício Sede Polopiqué (2021). É autor e editor científico do Mapa de Arquitectura Arménio Losa e Cassiano Barbosa (2008), Guia de Arquitectura do Porto 1942|2017 (2018) e X!? Ten Years OODA | Dez Anos OODA, 2010|2020 (2021). É comissário, com Inês Moreira, do Open House Porto (2018), organizado pela Casa da Arquitectura. É Curador do Atlas de Arquitectura Contemporâneo para o Turismo de Portugal + Casa da Arquitectura (2022). É autor da Museografia da Exposição A Urgência da Cidade – O Porto e Cem Anos de Fernando Távora (2023). É Curador de ManifestHabitação - Mostra + Livro + Conferências + Workshops - que celebra o Habitar em Matosinhos, 50 Anos depois do 25 de Abril e 30 Anos depois do Programa Especial de Realojamento (2023). Integra júris em concursos públicos e prémios de arquitetura internacionais, nacionais e regionais. Integra, ainda, o júri dos Prémios Nacionais de Arquitectura Forma da IF - Ideas Forward, desde 2023.

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    Paula Santos

    1986- Licenciada pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP) 1999- Constitui escritório próprio e a empresa paula santos I arquitectura lda, no Porto, onde desenvolve a actividade de projecto em obra pública e privada. 1999- Agraciada com o Grau de Grande Oficial da Ordem de Mérito pelo Presidente da Republica Dr. Jorge Sampaio, pela sua participação na Expo 98. Tem inúmeras obras publicadas e premiadas. Ao longo da sua actividade tem participado em exposições, conferências e workshops, nacionais e internacionais. 1997-2006 -Professora de Projecto III na Universidade Lusíada 2008-2014-Professora convidada no Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra 2013- Estudante de Doutoramento do Colégio das Artes do Departamento de Arquitectura da FCT de Coimbra 2007-2010- Vogal do Conselho Directivo Nacional da Ordem dos Arquitectos de 2010-2013- Vogal do Conselho Directivo da SRN da Ordem dos Arquitectos de 2020 -2023- Vice-Presidente do Conselho Directivo Nacional da Ordem dos Arquitectos

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    Paulo Palma

    Paulo Palma, Serpa, 1977. Arquitecto Paisagista pelo Instituto Superior de Agronomia e pela Universidade de Évora. Desenvolve projectos nas diversas escalas de aproximação ao território e paralelamente produz estudos especulativos relacionados com a leitura e transformação da Paisagem.

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    Nuno Brandão Costa

    Nuno Brandão Costa, nascido no Porto em 1970. Formou-se pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP) em 1994, onde concluiu o doutoramento em 2013 e leciona desde 1999. Durante sua formação, estagiou no escritório Herzog & de Meuron, na Suíça, entre 1992 e 1993, e colaborou com os arquitetos José Fernando Gonçalves e Paulo Providência de 1993 a 1997. Em 1998, iniciou a sua prática independente após vencer o concurso para a Biblioteca da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. ​ O seu trabalho abrange uma variedade de escalas e programas, incluindo projetos como o Terminal Intermodal de Campanhã e a reabilitação e ampliação do bairro São João de Deus, ambos no Porto. As suas obras foram exibidas em eventos internacionais, como a Bienal de Arquitetura de Veneza (2004) e a Bienal de Arquitetura de São Paulo (2005). Ao longo da carreira, recebeu distinções como o Prêmio Secil em 2008 e foi nomeado, juntamente com Sérgio Mah, curador da representação oficial portuguesa na 16ª Bienal de Arquitetura de Veneza em 2018.

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  • Regulamento dos Prémios FORMA 2025

    1.APRESENTAÇÃO E OBJETIVO

    1. Os Prémios FORMA – Prémios Nacionais de Arquitetura em Portugal, adiante designado como Prémios FORMA, é uma iniciativa da IF e tem como objetivo distinguir e promover o trabalho dos(as) arquitetos(as) que contribuam para a criação e inovação na construção; para a qualidade na arquitetura e a valorização da paisagem, e consequentemente, para a qualidade de vida dos cidadãos.

    2. Este prémio destina-se a premiar obras de nova construção realizadas em todo o território de Portugal que se distingam pela sua qualidade e singularidade.

    3. Os Prémios FORMA, são atribuídos em 6 categorias diferentes, sendo que uma delas é destinada a jovens arquitetos(as) até 40 anos.

    4. As obras premiadas devem ser exemplos da qualidade arquitectónica, de uma boa integração na sua envolvente e na paisagem, de respeito pelos valores identitários existentes, atendendo também à sustentabilidade da construção, à eficiência energética e às questões relacionadas com o ambiente.

    5. A atribuição dos Prémios é feita por um Júri nos termos que constam do presente regulamento.

    6. O prémio para cada categoria é constituído por:

    - Troféu FORMA;

    - Uma placa identificativa do prémio a colocar no edifício premiado;

    7. O prémio tem carácter anual.

    8. A organização atribuirá em cada edição, 3 menções especiais:

     

    · Menção especial Ensino e Investigação;

    · Menção especial Inovação;

    · Menção especial Carreira.

    2. CONCORRENTES

    Podem participar nos Prémios FORMA obras e conjuntos arquitetónicos que, em simultâneo:

    1. Tenham sido concluídos entre 01 de janeiro de 2025 e 31 de dezembro de 2025 em todo o território de Portugal.

    2. Sejam da autoria de arquitectos que estejam inscritos como membros efetivos da Ordem dos Arquitectos ou organismos equivalentes no país de origem. No caso da categoria C4 - Espaço Público, podem também participar, em autoria ou coautoria, arquitectos paisagistas inscritos na APAP ou organismos equivalentes no país de origem.

    3. O(s) seus(s) autor(es) tenham idade inferior a 40 (quarenta) anos, inclusive, até ao dia de 31 de dezembro de 2025, apenas para a Categoria Jovens emergentes.

    4. Podem ser candidatos o(s) autor(es) ou o Dono de Obra, e desde que não apresentem a mesma obra em simultâneo.

    3. JÚRI

    O Júri dos Prémios FORMA é constituído por arquitectos designados pela organização com trabalho e experiência reconhecidos.

    1. O Júri será composto por 5 (cinco) arquitectos e 1 (um) arquitecto paisagista;

    2. Todas as deliberações serão tomadas em reunião de jurados conforme ponto 8 do presente regulamento;

    3. Da decisão do Júri não haverá recurso;

    4. A aceitação de formar parte do júri comporta, por parte dos seus membros, a renúncia à apresentação de obra própria ou de obras com as quais tenham tido uma relação direta.

    4. IMPEDIMENTOS

    Não podem ser candidatas aos Prémios FORMA: 

    1. As obras em que tenham participado, em qualquer das fases da sua elaboração, arquitectos que façam parte do Júri ou tenham com eles relações de parentesco até ao segundo grau das linhas direta ou colateral e ainda arquitectos associados ou colaboradores permanentes dos membros do Júri.

    2. As obras em cujos projetos tenham sido autores ou coautores elementos do júri, ou no caso do Dono de Obra em que seja patrocinador.

    3.  As obras apresentadas só podem ser candidatas a uma categoria.

    5. EXCLUSÃO

    A organização validará as candidaturas devidamente instruídas de acordo com presente regulamento. São causas de exclusão da candidatura:

    1. A submissão da candidatura fora do prazo estipulado em calendário;

    2. O não cumprimento das condições de participação descritas no presente regulamento.

    3. O júri reserva-se no direito de poder excluir propostas por não cumprirem os critérios de qualidade.

    6. CANDIDATURA DAS OBRAS

    A participação nos Prémios FORMA é gratuita e pode ser consultado em www.if-forma.pt

    O processo de candidatura das obras deve ser submetido no portal através de uma ficha de candidatura em www.if-forma.pt

    Os trabalhos deverão ser apresentados em formato digital com os seguintes elementos:

    1. Dois (2) painéis, formato DIN A1 (594 mm x 841 mm) com orientação vertical contendo elementos gráficos e escritos suficientes para a caraterização e definição da obra - plantas, cortes, alçados, elementos construtivos, perspetivas, axonometrias, diagramas, fotografias, etc. Formato JPG, JPEG ou PDF, máx. 20 Mb e 300 dpi;

    2. Oito (8) imagens, no máximo, dos vários espaços da obra ao critério do candidato, exterior e interior, fotografias, perspetivas, axonometrias. Formato JPG ou JPEG máx. 5 Mb e 300 dpi e com identificação do autor da fotografia no nome do ficheiro;

    3. Memória Descritiva do Projeto. Formato DOC ou PDF. 3.000 caracteres máx., incluindo espaços;

    4. Na Categoria Reabilitação Arquitectónica deve incluir os desenhos de sobreposição com a intervenção proposta e o existente;

    5. Na Categoria Jovens emergentes se a opção for uma obra em estruturas existentes deve incluir as técnicas ou materiais utilizados e desenhos de sobreposição com a intervenção proposta e o existente;

    6. Prova documental da data de finalização da obra.

    7. CALENDÁRIO

    Abertura de candidaturas ao Prémio – 15 abril 2026

    Resposta a pedidos de esclarecimentos – durante o período de candidatura

    Apresentação de candidaturas na plataforma – a partir do dia 15 abril até às 23:59h do dia 31 de maio de 2026

    Período de avaliação das candidaturas – 01 junho a 30 de junho de 2026

    Reunião de júri

    19 de junho 2026 - Roca Lisboa Gallery

    Divulgação dos finalistas – 02 de julho de 2026

    Inauguração da exposição dos finalistas – 24 setembro 2026

    Anúncio dos resultados e cerimónia de entrega dos prémios – 27 de setembro de 2026 

    8. SELECÇÃO E AVALIAÇÃO DAS OBRAS

    O júri deverá escolher na reunião de jurados um elemento para presidir os trabalhos e um secretário.

    O júri seleciona as obras que mais se distinguem de acordo com os parâmetros de avaliação.

    O júri poderá propor mudar a categoria a que uma obra se candidata no caso de esta não se adequar à categoria a que se candidata. 

    1. Cada elemento do Júri pontua 10 propostas por categoria que serão a sua seleção.

    2. A pontuação tem uma escala de 1 a 10 sendo que 10 pontos correspondem à maior pontuação e 1 ponto à menor.

    3. A pontuação é sequencial não havendo lugar a repetição de pontos.

    4. O critério de seleção em caso de empates seguirá a seguinte ordem:

    1º - Proposta que reuniu o maior número votação de jurados;

    ex: A: 3+4+7=14; B: 4+10=14 – ganha A

    2º - Proposta com a pontuação individual mais alta (1-10);

    ex: A: 4+6=10; B: 2+8=10 – ganha B 

    3º - Proposta com conjunto de votos individuais mais altos;

    ex: A: 4+7+1=12; B: 3+2+7=12 – ganha A

    4º - Nova votação por maioria de voto apenas para as propostas empatadas.

    5. Do cruzamento das pontuações individuais de cada jurado sairá a seleção de 5 finalistas.

    6. Do conjunto das cinco obras finalistas é escolhida, por votação, a obra premiada.

    7. As reuniões do Júri são restritas aos elementos que o compõem, devendo as mesmas serem lavradas em atas.

    8. No caso de empate em alguma votação, o Presidente do Júri (escolhido previamente pelo conjunto) tem voto de qualidade.

    9. Receberá o Prémio a obra cuja pontuação tenha tido o valor mais alto na soma de todos os parâmetros.

    9. CATEGORIAS E PRÉMIOS

    Os Prémios FORMA são atribuídos a 6 categorias:

    C1 - Habitação Unifamiliar (Pública e/ou Privada)

    C2 - Habitação Coletiva (Pública e/ou Privada)

    C3 - Equipamento Coletivo (Público e/ou Privado)

    C4 - Espaço Público

    C5 - Reabilitação Arquitetónica

    C6 - Jovens Emergentes

    Todas as categorias referem-se a obra de nova construção, exceto na Categoria Jovens Emergentes e Reabilitação Arquitetónica onde serão admitidas obras de nova construção e de renovação, remodelação ou reabilitação.

    Os Prémios FORMA têm uma compensação pecuniária no valor de 500,00€ (quinhentos euros) para os vencedores de cada uma das 6 categorias.

    10. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

    1. Categorias Habitação Unifamiliar, Habitação Coletiva, Equipamento Coletivo, Espaço Público

    São consideradas as obras de nova construção aquelas onde o local de intervenção não tenha qualquer pré-existência ou que os elementos existentes ocupem uma área insignificante para o resto da obra, e que sejam de promoção pública e/ou privada construídas em todo o território nacional.

    Serão observados os seguintes parâmetros de avaliação:

    ·Qualidade estética e coerência global da obra;

    ·Qualidade funcional;

    ·Integração e articulação da proposta com a envolvente;

    ·Qualidade construtiva e sustentabilidade e eficiência energética.

    2. Categoria Jovens Emergentes e Reabilitação Arquitetónica

    São consideradas as obras em que as pré-existências sejam relevantes e integradoras das adaptações a novos programas ou condições de habitabilidade, ou obras em que haja ampliações e a importância destas não se sobreponha ao edifício existente, de promoção pública e/ou privada construídas em todo o território nacional. Não serão consideradas obras que apenas tenham sido objeto de restauro.

    ·Serão observados os seguintes parâmetros de avaliação:

    ·Qualidade estética e coerência global da obra;

    ·Qualidade funcional;

    ·Integração e articulação da proposta com a envolvente;

    ·Qualidade construtiva;·Relação entre as pré-existências e a remodelação ou/e ampliação.

    11. DECISÃO E ENTREGA DE PRÉMIO

    1. O Júri selecionará 1 (uma) obra de arquitetura vencedora para cada categoria e distinguirá os/as autores/as desses projetos;

    2. O júri reserva-se no direito de atribuir menções especiais;

    3. Será entregue a cada um dos premiados:

    - Troféu FORMA;

    - Uma placa identificativa do prémio a colocar no edifício premiado;

    4. A Organização compromete-se a realizar uma exposição sobre as obras finalistas e premiadas e tem a intenção de publicar o respetivo catálogo monográfico.

    12. RESPONSABILIDADES

    É da inteira e única responsabilidade da Organização:

    - A escolha dos locais e critérios de organização da exposição e de execução do catálogo;

    - Critérios e operações de divulgação do Prémio, exposição e catálogo.

    A Organização não aceita quaisquer responsabilidades adicionais em relação às explicitamente assumidas neste regulamento, direta ou indiretamente decorrentes deste Prémio.

    Pelo ato de se apresentarem ao prémio os autores aceitam integralmente o conteúdo do presente regulamento. 

    A Organização não se responsabiliza por qualquer falha ou erro que possa ocorrer durante o processo de submissão de candidaturas.

    13. PROPRIEDADE E DIREITOS DE AUTOR

    Sem prejuízo dos direitos de propriedade intelectual e artística dos seus autores, todos os elementos entregues pelos candidatos serão propriedade material da Organização, reservando-se no direito de divulgar os elementos entregues pelos candidatos selecionados. 

    Esta divulgação será realizada com o objetivo de promover esta iniciativa e o trabalho dos candidatos.

    A Organização reserva ainda o direito de registar, através de fotografia e vídeo, a exposição e a cerimónia de entrega dos Prémios FORMA, sem prejuízo dos direitos de propriedade intelectual e artística dos seus autores.

    14. PROTEÇÃO DE DADOS

    No ato da sua inscrição o Candidato está a dar o seu consentimento para o tratamento dos seus dados pessoais. 

    Em qualquer altura é garantido aos Candidatos, na qualidade de titulares dos dados pessoais, o direito de acesso, retificação ou apagamento, de limitação do tratamento e de oposição ao tratamento dos seus dados pessoais por meio de uma comunicação, através do e-mail:

    premios.forma@if-ideasforward.pt

    Regulamento dos Prémios FORMA 2025

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    Ana Isabel Nascimento Santos

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    João Luís Carrilha da Graça

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    João Paulo Rapagão

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    Paula Santos

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    Paulo Palma

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    Nuno Brandão Costa

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